quarta-feira, 23 de março de 2011

Características de Impressoras.

HP MULTIFUNÇÕES DESKJET 2050

Geral
Tipo Impressora/scanner/fotocopiadora
Tecnologia principal Jacto de tinta térmico
Resolução da impressão Até 600 ppp a preto e branco,  Até 4800 x 1200 ppp a cores
Papel compatível Papel (panfleto, jacto de tinta, comum), papel fotográfico, envelopes, etiquetas, postais, acetatos
Formatos compatíveis A4 (210 x 297 mm), A5 (148 x 210 mm), A6 (105 x 148 mm), B5 (176 x 250 mm), DL (110 x 220 mm), 130 x 180 mm, 100 x 150 mm
Impressora
Velocidade (ppm ou seg.) Até 5,5 ppm a preto e branco,       Até 4 ppm a cores,       Até 20 ppm rascunho a preto e branco,       Até 16 ppm rascunho a cores
Tinteiros utilizados Tinteiro preto CH561EE - 190 páginas Tinteiro 3 cores CH562EE - 165 páginas Tinteiro preto CH563EE - 480 páginas Tinteiro 3 cores CH564EE - 330 páginas
Scanner
Tipo de scanner Scanner a cores plano
Resolução do scanner Até 1200 ppp óptica,       Até 1920 ppp optimizada
Função fotocopiadora Sim            




EPSON IMPRESSORA A LASER ACULASER
GERAL
Tipo da impressora Impressora de grupo de trabalho - laser - cor
Largura 40.4 cm
Profundidade 38 cm
Altura 27.5 cm
Peso 11.3 kg
Impressora
Velocidade de impressão Até 19 ppm - P/B ¦ Até 5 ppm - cor
Tecnologia de conexão Com cabo
Interface USB
Resolução máx. ( p&b ) 1200 ppp x 600 ppp
Resolução máx. ( cor ) 1200 ppp x 600 ppp

Características de Teclados e Ratos

É um tipo de periférico utilizado pelo utilizador para a entrada manual no sistema de dados e comandos. Possui teclas representando letras, números, símbolos e outras funções. Basicamente, os teclados são projectados para a escrita de textos, onde são usadas para esse meio cerca de 50% delas, embora os teclados sirvam para o controle das funções de um computador e seu sistema operacional. Essas teclas são ligadas a um chip dentro do teclado, responsável por identificar a tecla pressionada e por mandar as informações para o PC

Características:
-Formato
-Tamanho
-Conexão: fio, wireless



O rato é um periférico de entrada que, historicamente, se juntou ao teclado como auxiliar no processo de entrada de dados, especialmente em programas com interface gráfica. O rato tem como função movimentar o cursor pelo ecrã ou tela do computador. O formato mais comum do cursor é uma seta, contudo, existem opções no sistema operacional e em software específicos que permitam a personalização do cursor do rato.

Características de Dispositivos de leitura e gravação óptica

Tipo de Dispositivos


Características:


CDs - Tamanho 700Mb
- Compatibilidade
- Opções de navegação
- Alta velocidade
- Custo Eficaz
- Interactivo
- Consistente look & feel
- Aplicações










DVD- Tamanho 4,7Gb
- 2 horas de video digital de alta qualidade .
- Até 8 pistas de áudio digital (para vários idiomas, DVS, etc.) cada uma  com até 8 canais.
- Até 32 pistas de subtítulos/karaoke.
- Mudança de pistas automática sem pulos.
- Até 9 ângulos de camera (diversos pontos de vista selecionáveis).
- Menus e interactividade para jogos.
- Etiquetas electrónica, para o nome do filme, do álbum, da canção, cantor,etc.
- Avanço e recuo super rápido (instantâneo).
- Busca instantânea por titulo, capitulo, pista e código de tempo.
- Durabilidade ( não tem desgaste com a leitura, somente danos físicos, arranhões, etc.).
- Não é suscetível a campos magnéticos.
- Tamanho compacto - fácil de manejar, armazenar e enviar






Blu ray- Tamanho 25Gb
- Alta capacidade de armazenamento de vídeo e dados
- Vídeo 1080p suporte de alta definição
- Som surround não compactado
- Aumento da taxa de transferência de dados
- Melhoria recursos interactivos
- Retro compatibilidade
- Melhor resistência a arranhões
- Bem apoiado dentro da indústria
- Custo eficaz



Características de Dispositivos de Backup

Disco Rígido Externo - Estes são uma ótima opção para usuários domésticos e mais alguns usuários do negócio



USB Memory Sticks - Outra ótima opção para qualquer usuário seja ele para a casa ou escritório, desde que o seu tamanho de dados não exceda o tamanho da sua USB.



Discos DVD - Isso definitivamente tem que ser a opção mais barata quando vem de fazer o backup de seus arquivos e pastas, mas o que tem a maior limitação.



REV unidades - fabricado pela Iomega e, principalmente, para uso comercial, as unidades REV, é uma opção fantástica quando se trata de fazer o backup de seus dados. Eles são basicamente um cartucho que se encaixa em uma unidade especial, internos ou externos que variam em tamanhos a partir de 35GB vai até 120 GB descompactado.

Tape Drives - Provavelmente um dos mais antigos dispositivos de backup, mas continua sendo usado hoje é a unidade de fita. Principalmente utilizado por médias e grandes empresas da Unidade de Fita permite que grandes quantidades de dados para o backup em uma fita semelhante às fitas velhas que todos nós costumávamos ouvir em nossas unidades walkmans




O Zip drive - É um sistema de disco removível de média capacidade, introduzido pela Iomega em 1994.

quinta-feira, 17 de março de 2011

.Características de Placas de Som

Introdução

O nome já diz tudo: as placas de som são dispositivos responsáveis por prover o áudio gerado em seu computador. No início da era dos PCs, esse item nem existia - o único dispositivo sonoro presente em alguns computadores era o "PC Speaker", utilizado até os dias de hoje para emitir avisos sonoros da placa-mãe. Mas, não demorou muito para as placas de som se tornarem comuns. Hoje, é até difícil encontrar uma placa-mãe nova que não tenha uma placa de som integrada (onboard). Neste artigo, você conhecerá as principais características das placas de som e, a partir disso, terá meios de avaliar os vários modelos desse componente disponíveis no mercado.


Características das placas de som

Conversores ADC e DAC

As placas de som são constituídas por dispositivos com um ou mais chips responsáveis pelo processamento e emissão do áudio gerado pelas aplicações. Para que isso seja possível nos computadores, é necessário trabalhar com sinais sonoros digitais. É neste ponto que entra em cena os conversores denominados ADC (Analog-to-Digital Converter - Conversor Analógico-Digital) e DAC (Digital-to-Analog Converter - Conversor Digital-Analógico).

Ao ADC (também conhecido como Conversor A/D) cabe a tarefa de digitalização dos sinais sonoros. A placa de som recebe esses sinais de um dispositivo externo, por exemplo, um microfone ou um instrumento musical. O som oriundo desses dispositivos é disponibilizado por sinais analógicos. Todavia, os computadores só trabalham com informações digitais, sendo necessário, portanto, fazer uma conversão de analógico para digital. É exatamente isso que o ADC faz.

Para ouvirmos o som emitido pelos computadores, conectamos à placa de som caixas acústicas ou fones de ouvido. Para o áudio chegar até os nossos ouvidos por esses dispositivos, é necessário fazer outra conversão: a de sinais digitais (isto é, os sinais trabalhados pela máquina) para sinais analógicos. Essa tarefa é feita pelo DAC (também conhecido por Conversor D/A).

É claro que há situações em que é necessário trabalhar com ambos os conversores ao mesmo. Isso é possível na maioria das placas de som, em um recurso denominado fullduplex.

Resolução das placas de som

É comum encontrar nas especificações das placas de som indicações que sugerem que o dispositivo trabalha a 32, 64 ou 128 bits. Na verdade, a maioria das placas sonoras trabalha com resoluções de 16 bits (as mais antigas trabalhavam apenas com 8 bits), com exceção para alguns modelos mais sofisticados, que podem trabalhar com mais bits.

Os números superiores a 16 informados nas especificações, geralmente indicam a quantidade de tons simultâneos que a placa pode trabalhar (polifonia). Os tradicionais 16 bits são suficientes para reproduzir com alta qualidade sonora os sons que somos capazes de ouvir, por isso não há a necessidade de trabalhar com mais bits. As placas que possuem 20 bits (ou mais) geralmente são usadas para evitar perda de qualidade em certas aplicações. Isso significa que possuem alta fidelidade sonora, embora nem sempre notemos a diferença.

Taxa de amostragem

Muitas das placas de som atuais trabalham com uma taxa de amostragem de até 100 KHz (aproximadamente) e, dependendo do modelo, esse valor pode ser muito superior. Mas, o que isso quer dizer? Para entender, observe o gráfico de onda abaixo:


A ilustração representa um som na forma analógica. Como o computador trabalha apenas com sinais digitais, é necessário fazer uma conversão, todavia, não é possível "capturar" todos os pontos do sinal. A freqüência determina o intervalo entre cada ponto capturado. Quanto mais pontos, mais fiel será o áudio. Veja um comparativo entre os gráficos abaixo. Note que, com 11 KHz, a captura será menor que com 44 KHz, indicando que a qualidade do áudio será inferior:

Repare que, com 44 KHz, o sinal digital (em vermelho) é muito fiel ao sinal analógico (em azul), indicado boa qualidade de áudio. No entanto, com 11 KHz, o sinal digital acaba não sendo fiel ao sinal analógico, causando perda de qualidade do áudio.
Resposta de freqüência


A resposta de freqüência indica a faixa de freqüências que a placa de som pode oferecer. Nos dispositivos mais comuns, esse intervalo fica entre 20 Hz e 20 KHz, um valor satisfatório aos ouvidos humanos.

Dependendo da freqüência, pode haver desvios, isto é, perdas ou ganhos. Esse parâmetro é medido em decibéis (dB). Placas que possuem esse desvio numa taxa inferior a 1 dB (para mais ou para menos) são indicadas para se obter uma boa qualidade de áudio nos mais diversos tons.

SNR e THD

O SNR (Signal to Noise Ratio ou Relação Sinal/Ruído) indica o nível de ruído (uma espécie de interferência) existente na placa de som. Esse indicativo é medido em decibéis. Placas de boa qualidade geralmente têm SNR acima de 90 dB.

Quanto ao THD (Total Harmonic Distortion ou Distorção Harmônica Total), trata-se de um indicativo do nível de distorção, neste caso, um ruído captado durante a emissão do áudio para as caixas de som ou para os fones. Essa medição é feita em porcentagem e, quanto menor esse valor, melhor.

É curioso notar que nem sempre os fabricantes indicam os valores de SNR e THD. Geralmente, essas taxas só são especificadas quando a placa de som tem qualidade muito boa.

Sintetizadores e MIDI

Quando um som é gerado no computador, o arquivo final costuma ficar muito grande, fazendo com que seja necessário usar formatos de compactação de áudio (como MP3 e Ogg Vorbis) e, principalmente, sintetizadores. Estes são "orientados" por um padrão conhecido como MIDI (Musical Instrument Data Interface).

Os arquivos MIDI são muito pequenos, se comparados aos formatos de áudio tradicionais. Isso se deve ao fato desse formato conter, na verdade, seqüências de notas musicais. Assim, cabe aos sintetizadores a tarefa de seguir essas seqüências para gerar o áudio.

O sintetizador FM (Freqüência Modulada) é um dos mais comuns, já que permite a geração de áudio na placa de som sem a necessidade de usar áudio digitalizado. Os efeitos sonoros existentes em jogos, por exemplo, podem ser gerados dessa forma.

Para garantir um áudio mais real, as placas de som também podem utilizar um tipo de sintetizador conhecido como Wave Table. Por meio dele, é possível constituir áudio através de amostras oriundas de instrumentos sonoros reais. Neste caso, as amostras podem ficar gravadas em uma memória própria da placa de som. Esse sintetizador também pode ser emulado por software.

DSP (Digital Signal Processor)

O DSP é um item importante para a qualidade do áudio, portanto, sua presença é praticamente obrigatória em placas de som mais sofisticadas. Trata-se de um chip dedicado a processar informações sonoras, liberando o processador do computador de tal tarefa. O DSP é especialmente importante na edição de áudio, já que torna mais rápida a aplicação de efeitos e de outros recursos de manipulação.

Algumas placas-mãe de qualidade superior possuem DSPs integradas. Isso é importante para evitar que o usuário tenha que comprar uma placa de som offboard (isto é, uma placa de som "separada", não integrada à placa-mãe) por falta de qualidade do áudio onboard.

Canais de áudio

Os canais de áudio indicam quantas caixas de som você pode conectar na placa. As mais simples suportam dois canais, isto é, os canais direito e esquerdo. Placas que suportam, por exemplo, a tecnologia Surround, costumam ter canais extras para prover um melhor aproveitamento de tal recurso.

O que quer dizer então, sistemas de som 5.1, por exemplo? Esse número indica que a placa de som é capaz de trabalhar com kits acústicos compostos por cinco caixas de som e uma caixa subwoofer (usada para tons graves). O mesmo vale para kits 6.1 e 7.1.

Vale frisar, no entanto, que a expressão "canais de áudio" também pode fazer alusão à quantidade de sons que a placa pode executar ao mesmo tempo (a já mencionada polifonia).

Conexões

As placas de som podem ter vários tipos de conexões, tudo depende do modelo e da finalidade de uso do dispositivo. A lista abaixo mostra os tipos de conexão mais comuns:

- MIC: entrada para microfone;
- Line-In: entrada para conectar aparelhos sonoros, como um rádio, por exemplo;
- Line-Out: entrada para conectar caixas de som ou fone de ouvido;
- Speaker: nesta entrada, pode-se ligar caixas de som sem amplificação;
- Joystick/MIDI: entrada para ligar joystick (controle para jogos) ou instrumentos MIDI;
- SPDIF: entrada para conexão de aparelhos externos.




No caso da conexão SPDIF (Sony/Philips Digital Interface), cabe uma observação: esse padrão, na verdade, é composto por vários tipos de conexão, uma delas serve para conectar um drive de CD/DVD à placa de som, fazendo com que esta tenha a tarefa de converter os sinais digitais para analógicos do áudio de CDs de música. Além disso, o SPDIF também pode usar conectores ópticos e coaxiais, onde pode-se ligar, por exemplo, um home theater.

Como mostra a tabela abaixo, convencionou-se aplicar cores para cada conexão. Essas cores podem ser aplicadas nos dispositivos a serem encaixados, assim fica mais fácil localizar qual a entrada correta para cada um. Vale frisar, no entanto, que não são todas as placas que utilizam esse esquema. Aqui no InfoWester, por exemplo, já foi testada uma placa Sound Blaster X-FI Platinum cujos encaixes eram dourados.

RosaMIC
Azul Line-In
Verde Line-Out
PretoSpeakers
LaranjaSPDIF e Subwoofer


Finalizando


Como dito no início desse artigo, a quase totalidade das placas-mãe atuais vêm com placa de som integrada. Isso é bom, já que representa uma despesa a menos na aquisição de um computador. Por outro lado, deve-se observar as características do áudio oferecido para não comprar um produto de baixa qualidade. As placas-mãe de qualidade superior costumam oferecer um bom sistema de áudio.

Agora, se o que você quer é um som de altíssima fidelidade e compatível com as tecnologias de áudio mais recentes, não tenha dúvida, compre uma placa de som de qualidade. Assim você terá uma ótima experiência ao ouvir suas músicas, jogar seus games preferidos, assistir a um filme e, se for o seu caso, trabalhar com edição de áudio. Não se esqueça de utilizar caixas de som ou fones de ouvido de qualidade para usufruir de tudo o que sua placa de som oferece!

Características de Discos Rígidos

A invenção e o aperfeiçoamento tecnológico dos discos rígidos foi um dos propulsores da indústria dos microcomputadores PCs, os primeiros discos rígidos tinham 10, 20, 30 ou 40 MB. O disco rígido também é conhecido como Winchester, HD ( Hard disk ), HDD ( Hard Disk Drive ). Os principais fabricantes de HDs são: Quantum, Seagate, Maxtor, Western Digital e Conner, etc. Podemos encontrar dois tipos de discos rígidos com relação a tecnologia empregada: IDE e SCSI.

SCSI: Os discos dessa interface têm grande capacidade e alta de taxa de transferência, são usados em sistemas de alto desempenho, geralmente servidores de rede, os discos SCSI são mais caros que os discos IDE. Os dispositivos SCSI ( HDD, Gravador de CD-ROM, SCANNER, etc. ) são controlados por uma interface SCSI que pode controlar até 7 ou 14 dispositivos de uma única vez. Os dispositivos e a placa controladora são mais caros que o padrão IDE.

IDE: São discos rígidos mais comuns, com capacidades e velocidades menores que os discos SCSI. A interface controladora IDE é encontrada embutida na maioria das placas Pentium e em algumas placas 486 ou em placas externas, são mais baratas que as controladoras SCSI.

O nome Winchester era o nome código usado pela equipe da IBM que desenvolveu o projeto do disco rígido. Vale lembrar que Winchester nada mais era que um modelo de uma espingarda.



Parâmetros do Disco Rígido

Quando o disco rígido é detectado no setup, ele apresenta os seguintes parâmetros descritos abaixo, que são determinantes de sua capacidade.







Tamanho da CACHE do disco rígido ( Kbytes )


A velocidade de rotação de um disco rígido pode vária de 4500 a 7200 rpm, porém é possível encontrar discos novos com 10000 rpm, quanto maior for a velocidade de rotação maior será a taxa de transferência, a velocidade de rotação é sempre constante. Os discos modernos lêem todos os setores e trilhas em uma única volta ( Interleave 1:1 ).

Número de trilhas por setor, os discos modernos usam tamanhos de trilhas diferentes, ou seja, as partes exteriores de um disco têm mais espaço para os setores que as partes internas. Normalmente os dados são manipulados do exterior para o centro do disco, ou seja, dados gravados ou lidos no começo do disco têm acesso e taxa de transferência mais rápidos.

Tempo de acesso, este parâmetro determina com que velocidade o braço que movimenta as cabeças de leitura e gravação. Ou seja, esta velocidade pode ser maior ou menor dependendo do cilindro onde as cabeças estão "estacionadas" e para onde ou qual cilindro foi deslocada. O valor tempo médio de acesso ( Full Stroke ) é calculado levando-se em conta o tempo de deslocamento do primeiro ao último cilindro, que vária de 8 a 15 ms. este valor deve ser o menor possível.



Taxas de transferências, Tanto a taxa de transferência interna como a externa necessitam ser rápidas, Quanto menor for estes valores, melhor será o desempenho do disco rígido. O problema é conseguir uma taxa interna elevada que depende da tecnologia do fabricante.

Taxas de transferências interna, determina a velocidade em que os dados são lidos e gravados da superfície magnética para a memória cache do disco rígido ( 128 e 256 KBytes ).


Taxas de transferências externa, determina a velocidade em que os dados são lidos e gravados da memória cache do disco rígido para a Motherboard. Atualmente as controladora IDE usam o padrão PIO ( Parallel Input/Output ) e Ultra-DMA ( Ultra - Direct Memory Access ) que permitem velocidades de transferência externa maiores que os discos antigos.



Cache de disco, uma grande parte dos disco rígidos modernos possuem uma memória RAM que escreve e armazena dados com o objetivo de aumentar a velocidade do disco e diminuir o desgaste mecânico das peças moveis ( aumentando a vida útil do HD ). quanto maior for a cache melhor será o desempenho do disco rígido.

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Sistema da Arquivos

FAT 16 Bits ( DOS e Windows ), Quando um disco novo é instalado no sistema ele pode já está pré-formatado fisicamente, ou seja, os cilindros, trilhas e setores do disco já estão definidos pelo fabricante ou revendedor. Porém, é sempre bom criar a partição ( formatação física ), formata logicamente ( format ) o disco e criar o sistema de boot ( IO.SYS, MSDOS.SYS e COMMAND.COM ), este processo pode ser feito usando-se toda a capacidade do disco rígido em uma única partição ou em várias partições através do FDISK e FORMAT do MS-DOS 7.1 ( Windows 95 OSR2 ) ou do Fdisk do MS-DOS 6.22 que trabalha com a FAT 16. Podemos encontrar outros sistemas de arquivos: NTFS ( Windows NT ), HPFS ( OS/2 ), etc. 





A FAT 32 Bits é acessada utilizando-se o Fdisk do MS-DOS 7.1 Versão 4.00.1111 do Windows 95 OSR2 ( Windows 95 OEM Service Realease 2, versão 4.00.950 b ), o tamanho máximo de uma única partição pode ser de 2 TBytes ( tera ) ou 2048 GBytes com agrupamentos de 32 Kbytes.

A FAT 32 economiza ±20% do espaço do disco rígido em relação a FAT 16. O problema é que alguns programas feitos para trabalhar com a FAT 16 podem não funcionar ou até mesmo serem perdidos, outro ponto importante é a perda de velocidade da FAT 32 quando o disco rígido é otimizado.




Agrupamento

Os Clusters ( agrupamento ) são as menores unidades de armazenamento de uma partição, ou seja, quando um disco rígido é particionado o Fdisk cria várias "caixinhas" que são usadas para armazenar um arquivo, estas "caixinhas" são chamadas agrupamento ou Cluster.

Vamos usar como exemplo um programa de 18 Kb que será armazenado em um disco de 1.2 GBytes.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Características de Placas Gráficas

A função das placas gráficas é a de construir as imagens que são apresentadas nos monitores dos computadores. O conteúdo dessa memória está sempre a ser actualizado pela placa gráfica e por ordem do processador. Quanto mais memória de vídeo existir no sistema, melhor é a resolução e mais cores são possíveis de representar.

Características das Placas Gráficas ou de Vídeo

As placas de vídeo modernas são as do tipo SVGA (Super VGA), que por sua vez derivam das placas VGA. A diferença entre as actuais placas SVGA e as antigas placas VGA é o maior número de cores e maiores resoluções que podem utilizar. Além disso, as placas SVGA modernas possuem recursos avançados, como aceleração de vídeo, aceleração 2D e aceleração 3D.

A principal característica das placas SVGA é a obtenção de modos gráficos com alta resolução e elevado número de cores. Enquanto as placas VGA podiam operar com 256 cores apenas na resolução de 320x200, as placas SVGA do início dos anos 90 apresentavam 256 cores simultâneas nas resoluções de 640x480, 800x600 e 1024x768, desde que equipadas com quantidade suficiente de memória de vídeo. Para chegar a 1024x768 com 256 cores, é necessário 1 MB de memória de vídeo. Com 512 kB de memória de vídeo, é possível utilizar 256 cores até à resolução de 800x600. As placas SVGA produzidas a partir de 1994 passaram a utilizar 2 MB, 4 MB, 8 MB e 16 MB de memória de vídeo, podendo operar com um elevadíssimo número de cores e resoluções mais altas.

As primeiras placas VGA e SVGA utilizavam o barramento ISA, em versões de 8 e de 16 bits. Rapidamente surgiu o barramento VLB (VESA Local Bus). No final de 1993, surgiram várias placas SVGA VLB. Estas placas dominaram o mercado durante 1994 e até meados de 1995, passando a dar lugar aos modelos PCI. Depois da popularização do Pentium II, passaram a ter bastante sucesso as placas de vídeo com barramento AGP.


BIOS VGA 

As placas de vídeo VGA e SVGA possuem uma memória ROM onde está armazenada a sua própria BIOS, conhecida como BIOS VGA. Em geral, tem o tamanho de 32 kB.

Memória de vídeo 

Existe uma memória RAM nas placas de vídeo, conhecida como memória de vídeo. De um modo geral, quanto maior for a quantidade de memória de vídeo, maior será o número de cores que podem ser obtidas nas resoluções mais altas. As placas SVGA produzidas até 1993, na sua maioria, eram capazes de operar com no máximo 256 cores. Eram comuns os modelos de 256 kB, 512 kB e 1024 kB de memória de vídeo. 

As modernas placas SVGA suportam modos Hi-Color (65.636 cores) e True Color (16.777.216 cores), desde que possuam memória de vídeo em quantidade suficiente. Os requisitos de memória para os modos Hi-Color e True Color decorrem do facto de utilizarem, respectivamente, 16 bits (2 bytes) e 24 bits (3 bytes) por cada pixel.

Evolução das placas gráficas

Aceleradoras gráficas 2D (bidimensionais) 

A partir de 1994, todas as novas placas SVGA passaram a ser aceleradoras gráficas. Até então, essas placas limitavam-se a exibir os dados existentes na sua memória de vídeo. Cabia ao processador o trabalho de construir as imagens, pixel a pixel. Os chips gráficos produzidos a partir de então passaram a ajudar bastante o processador na geração das imagens. São capazes de realizar sózinhos operações repetitivas, como o controle do cursor do mouse, preenchimento de polígonos, aplicação de ícones e outras tarefas típicas do Windows. Como essas operações são executadas por hardware, a velocidade da sua execução é muito maior que a obtida com o uso do processador.


Aceleradoras gráficas 3D (tridimensionais) 

Visando obter gráficos tridimensionais com maior velocidade e maior realismo, principalmente para utilização em jogos, muitos chips gráficos novos passaram a realizar operações tridimensionais. Uma das principais funções desses novos chips gráficos é a aplicação de texturas sobre polígonos localizados no espaço tridimensional, tendo em conta a quantidade de luz, correção de perspectiva e outros factores complexos que, de outra forma, ocupariam muito tempo do processador. Graças a estes novos chips gráficos (que também aceleram os gráficos 2D), o processador pode ficar ocupado com os cálculos das coordenadas tridimensionais dos elementos da imagem, deixando o trabalho de preenchimento de cores e texturas para o chip gráfico. Com isso, a velocidade de geração das imagens é bem maior.


Exibição de vídeo, saída para TV e captura de vídeo 

Muitas placas de vídeo modernas são capazes de exibir imagens provenientes de uma câmara ou VCR, sintonizar emissoras de TV e digitalizar as imagens provenientes dessas fontes, armazenando-as em arquivos.